SIGLAS

 

AAC – Arquivo do Dr. Áureo de Almeida Camargo

AAC/Rol – Rol de moradores da Capela em 1829

AAC/Rol- 1818 – Rol de moradores da Companhia da Vila Nova Bragança

AC – Livro de Atas da Câmara de Amparo

ADF – Livro de “Assento dos Devedores a Fabrica da Matriz da Vila de N.S. do Amparo”

AGB – Anuário Genealógico Brasileiro

AJA – Arquivo Judicial de Amparo (em poder da Faculdade Plínio do Amaral)

BA – Livro de Batizados de Amparo

BM – Livro de Batizados de Mogi Mirim

BOL – Boletim do Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

BSN – Livro de Batizados de Serra Negra

CA – Livro de Casamentos de Amparo

CM – Livro de Casamentos de Mogi Mirim

CP – Correio Paulistano

CSN – Livro de Casamentos de Serra Negra

DIHMAS – Documentos Interessantes para a História de Monte Alegre do Sul

DSP – Diário de São Paulo (do século XIX)

EFA – Efemérides Amparenses, por Áureo de Almeida Camargo

JAJ – Jorge Antônio Jose, “Amparo no meu Caminho”, in Almanaque do Amparo – 1979

JB – Jolumá Brito, História da Cidade de Campinas.

LT – Livro do Tombo da Capela de Amparo

OA – Livro de Óbitos de Amparo

OESP – O Estado de São Paulo (jornal)

PA – Livro de Protocolo de Audências

PB – José Rubens Prestes Barra, Adendo à Genealogia dos Cintras de Monsenhor Antônio Pais Cintra, São Paulo, 1998

PO – Livro de Posturas

SL –  Silva Leme, Genealogia Paulistana

RIA – Registro de Imóveis de Amparo.

RCM – Representação da Câmara Municipal de Amparo sobre as divisas com Mogi Mirim

RIHGB/AHU/SP – Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro – volumes especiais sobre a documentação do Arquivo Histórico Ultramarino sobre S. Paulo.

RMV – Reminiscências de Minha Vida – por Artur Moreira de Almeida – manuscrito

RPT – Registro Paroquial de Terras

GC – Genealogia dos Cintras, de Monsenhor Antônio Paes Cintra.

 

OBSERVAÇÕES

1 – Os nomes e sobrenomes de mulher eram grafados de maneira não uniforme, variando de documento para documento; uma mesma Maria Rosa pode aparecer sucessivamente como Maria de Oliveira e Maria da Silva, apesar de se tratar de uma só pessoa. Mesmo os nomes masculinos, às vezes, estão estropiados, sendo difícil a sua correta identificação

2 – Só extratamos dos livros mencionados as relações de parentesco, sendo muito poucas as vezes em que mencionamos indivíduos isolados.

3 – Os “troncos” genealógicos incluídos estão apenas esboçados e um mesmo sobrenome pode ter vários “troncos”, ou seja, origens diferentes, como já constatamos em muitos casos.

4 – Transcrevemos integralmente alguns trechos da Genealogia Paulistana, de Luiz Gonzaga da Silva Leme, obra unanimemente respeitada e indispensável como ponto de partida para qualquer estudo genealógico, com o fito de encontrar e registrar os “patriarcas” de nosso povo. A partir dessas transcrições, procuramos desenvolver as gerações posteriores, fazendo os acréscimos possíveis e algumas correções onde a documentação existente contraria Silva Leme.

5 – Algumas famílias tem que ser estudadas em conjunto; assim os Teles e os Menezes, ou Oliveira Cardoso e Mendes do Amaral. Isso porque elas alternam esses sobrenomes em sucessivas gerações. O mesmo vale para os Moreira César e os Cerqueira César, além de outras.

6 – Algumas anotações sobre padrinhos deixaram de ser incluídas, porque apenas aumentariam o volume do trabalho, sem trazer qualquer informação adicional.

7 – Há dados importantes que estão presentes em outras obras ainda não consultadas sistematicamente como a Genealogia Pirenopolina, de Jarbas Jayme, e a Genealogia Paranaense, de Francisco Negrão. Entretanto, algumas vezes, quando temos certeza, incluímos comentários mencionando-as como fontes de possíveis informações. Tão logo possamos consultá-las, discriminaremos o número do volume e da página onde se encontram os dados.

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