Ribeiro Cardoso

Ribeiro Cardoso

RIBEIRO CARDOSO   TRONCO  I   I – Caetano Ribeiro Cardoso, casado com Maria Francisca, parece ser o mesmo que foi casado em 1828 em Mogi Mirim com Ana Gonçalves de Araújo (ou Ana Maria de Almeida, como também era chamada…), filha de João Pires de Almeida e de Martinha Bueno, já que tanto o prenome Caetano como o sobrenome composto Ribeiro Cardoso não eram comuns na época em nossa região; dificilmente haveria homonimia neste caso, embora não seja impossível. Se existir um só Caetano Ribeiro Cardoso ele terá sido pai de: 1 – Francisco Ribeiro Cardoso, filho de Maria Francisca, casado no Amparo em 1833 com Gertrudes Maria da Conceição, filha de José Felipe de Azevedo e de Ana da Silva Pimentel, ambos os nubentes naturais de Mogi Mirim. Francisco e                Gertrudes tiveram: 1.1 – João, batizado em … Continue...
Rodrigues de Castilho

Rodrigues de Castilho

RODRIGUES DE CASTILHO        TRONCO  I   I –  João Rodrigues de Castilho, natural de Corrientes, na Argentina, filho de José Anselmo e de Ana Maria, casou no Amparo em 1852 com Ana Maria de Jesus, viúva de Antônio Garcia Cardoso.
Rodrigues de Menezes

Rodrigues de Menezes

RODRIGUES DE MENEZES   TRONCO  GERAL   I – Até agora se considerava que o grupo familiar ligado ao Barão de Campinas, Joaquim Pinto de Araújo Cintra, era o mais antigo representante do apelido “Cintra” no Amparo, pois já há notícia de sua presença em 1842, quando, participantes da Revolução Liberal, tiveram um confronto com as forças legalistas no bairro do Pantaleão. Entretanto, um nome isolado, o de Manuel Rodrigues Cintra, vinha aparecendo nos documentos mais antigos de Amparo, quer como proprietário de uma chácara que se estendia, pela atual rua 13 de Maio, da Galeria Kassouf até a Praça Meireles Reis, quer nos assentos de batizados. Mas, no entendimento dos que tomaram conhecimento dessa informação, Manuel Rodrigues Cintra pertenceria a uma outra família portuguesa, que não a tradicional, originada dos irmãos Francisco Lourenço Cintra e José Félix Cintra. Seria … Continue...
Rogain

Rogain

ROGAIN   TRONCO   I –  Martim Rogain, provavelmente colono suiço ou francês, que viveu algum tempo em Jundiaí, foi testemunha do casamento de Joaquim Inácio Corrêa, viúvo de Maria Francisca de Jesus, que casou no Amparo em 1865 com Ana Maria da Conceição, filha de João Martins do Espírito Santo e Maria Gertrudes Gonçalves  (CA-5:64). Nesse mesmo ano Martim Rogain permutou imóveis com Lino de Oliveira Cardoso (1ºof.13:43v). Martin, já falecido em 1873, foi casado com Genoveva Rogain. Esta depois de viúva se casou em 1878 com José Moreira, viúvo de Maria Clara, sepultada em Limeira. Martim Rogain e Genoveva foram pais de: 1 – Catarina Estefânia Rogain, natural de Jundiaí, que casou no Amparo em 1873 com Manuel Cardoso de Oliveira, de Bragança, filho de Serafim Cardoso de Oliveira e de Senhorinha Maria de Jesus. (CA-6:70) 2 – … Continue...
Rodrigues Cintra

Rodrigues Cintra

RODRIGUES CINTRA        TRONCO  I   I – Até agora se considerava que o grupo familiar ligado ao Barão de Campinas, Joaquim Pinto de Araújo Cintra, era o mais antigo representante do apelido “Cintra” no Amparo, pois já há notícia de sua presença em 1842, quando, participantes da Revolução Liberal, tiveram um confronto com as forças legalistas no bairro do Pantaleão. Entretanto, um nome isolado, o de Manuel Rodrigues Cintra, vinha aparecendo nos documentos mais antigos de Amparo, quer como proprietário de uma chácara que se estendia, pela atual rua 13 de Maio, da Galeria Kassouf até a Praça Meireles Reis. Mas, no entendimento dos que tomaram conhecimento dessa informação, Manuel Rodrigues Cintra pertenceria a uma outra família portuguesa, que não a tradicional, originada dos irmãos Francisco Lourenço Cintra e José Félix Cintra. Seria talvez apenas um imigrante vindo … Continue...
Rodrigues de Moraes

Rodrigues de Moraes

RODRIGUES DE MORAES   TRONCO  I   A origem dos RODRIGUES DE MORAES é o casal Francisco Vieira Sardinha e de Maria de Sousa de Moraes, moradores de Atibaia, que tiveram vasta descendência, a maior parte da qual veio povoar o Amparo. Francisco Vieira Sardinha era filho de Gonçalo Rodrigues e de Rosa Pereira Sardinha (SL, 7:210 (4-5). Sua mulher, Maria de Sousa de Moraes, era filha de Antônio Pedroso de Moraes e de sua primeira esposa, Margarida de Sousa, casados em 1743 em Atibaia, entre cujos descendentes estão numerosos povoadores do Amparo e região, como os PIRES DE OLIVEIRA, PEDROSO DE MORAES, ALVES DO AMARAL, SARDINHAS e outros. Francisco Vieira Sardinha e Maria de Sousa de Moraes tiveram os filhos: 1 – Inácio Rodrigues de Moraes (Sl, 7:210, (5-1) casado em primeiras núpcias com Gabriela Pires de Oliveira, e … Continue...
Rondini Chiquetto

Rondini Chiquetto

RONDINI CHIQUETTO   TRONCO   Judith Rondini Chiquetto, falecida em 1947, viúva de Eugênio Chiquetto, deixou o filho: 1 – Antônio Piquett Rondini, funcionário público municipal, casado com Maria do Rosário Moraes Rondini, pais de três netos: 1.1 – José Piquett Rondini, 1.2 – Porferina Piquett, 1.3 – Benedita Piquett Rotta, casada com Rubens Rotta. (O Comércio)
Ribeiro Pires

Ribeiro Pires

RIBEIRO PIRES   TRONCO  I   I –  Vicente Ribeiro Pires, casado com Esperança Antônia, moradores antigos, pois foram   padrinhos de batizado de um filho de Joaquim Antônio de Oliveira e de Joana Maria em 1828, na Capela do Amparo; Vicente, aliás, assinou por Ana Maria da Conceição no rol de moradores de 1829. Vicente e Esperança foram pais de: 1 – Florência, batizada em 1831 no Amparo, sendo padrinhos José Félix de Oliveira e sua mulher Catarina Custódia; 2 – Joaquim, batizado em Mogi Mirim em 1836, sendo padrinhos Rafael da Silva Franco e sua mulher Ana Maria da Conceição, moradores de Mogi Mirim. 3 – Manoela de Oliveira Pires, madrinha de um filho de Lourenço Ribeiro Pires e de Genoveva Maria, batizado no Amparo em 1838.  
Rodrigues da Cruz

Rodrigues da Cruz

RODRIGUES DA CRUZ   TRONCO  I   I –  Joaquim Rodrigues da Cruz, casado com Antônia Maria Leite de Moraes, moradores no Amparo, vindos de Mogi-Mirim, padrinhos de batizado em 1833 é o primeiro tronco desta família encontrado no Amparo. Joaquim Rodrigues da Cruz e Antônia Maria de Moraes, como também era conhecida, foram pais de: 1 – Ana, batizada em 1839, sendo padrinhos João da Silveira Franco e sua mulher Rosa Maria de Jesus (BA-3:58v). 2 – Antônia Leite de Moraes, nascida em Mogi-Mirim, casada com seu primo Francisco Inácio Leite de Moraes, também de Mogi-Mirim, filho de João Rodrigues da Cruz e de Maria Leite de Moraes.   TRONCO  II   II –      Mas existe um homônimo, talvez parente, Joaquim Rodrigues da Cruz, natural de Jundiaí, filho de Francisco de Paula Dias e Maria da Luz de … Continue...