Machado

Machado

MACHADO   TRONCO I   I – Manuel Machado e Francisca Cardoso, casal que viveu em Amparo nos primeiros anos do século XIX, por volta de 1810,  e depois passou-se, pelo menos por algum tempo, para Sorocaba. Em um assento de batizado de Mogi-Mirim em 1810 consta que Felisberto Domingues Paes, solteiro, e Francisca Maria, mulher de Manuel Machado, moradores no Camanducaia foram padrinhos de Francisco, filho de Vicente Furtado e Clara Dias (JAJ, 21 – BM-5:92v). Manuel Machado e Francisca foram pais de: 1 – João Luís Gonzaga, natural de Sorocaba, casado no Amparo em 1837 com Marinha de Oliveira, natural de Bragança, filha de João Francisco de Oliveira e de Gertrudes Maria de Jesus.   TRONCO II   II – Teotônia Maria, mulher de Pedro Machado, moradores no “sítio do Camanducaia”, e José Pires, solteiro, filho de Felipe … Continue...
Marques Ribeiro

Marques Ribeiro

MARQUES RIBEIRO   TRONCO I   I – Libório (ou Silvério?) Marques Ribeiro e sua mulher Maria Joaquina de Sousa, fizeram Testamento de mão comum, em 3/6/1891 (1ºof.104:56). Era comerciante, estabelecido em Amparo com armazém desde 1872 (Atas, 3:110). Libório era natural de Portugal, província do Minho, filho de Antônio Marques Ribeiro e Ritas Maria das Neves, foi casado com Maria Joaquina de Sousa, natural de Santiago de Figueiró, Portugal, filha de Manuel de Sousa e de Teresa Coelho, de quem teve: 1 – Antônio Marques Ribeiro, casado no Amparo em 1870 com com Joaquina Madalena de Assis, filha de José Francisco de Assis e Ana Joaquina de Sousa(CA-6:6v). 2 – Olinda (ou Arlinda) Marques Ribeiro, casada em 1867 com José Lucas Coelho, natural de Portugal, filho do falecido Lucas Coelho e de Joaquina de Sousa (CA-5:111v). Em 1899 Olinda … Continue...
Melo

Melo

MELO   TRONCO  I   I – O casal Joaquim Pedro da Cunha e Carolina de Melo é a mais antiga origem da família MELO no Amparo encontrada até agora na documentação examinada. Joaquim Pedro da Cunha, casado com Carolina de Melo (também grafada como Carolina Círiaca de Melo, foi  casal que viveu algum tempo em Serra Negra. Joaqum Pedro faleceu em 1879. Joaquim Pedro e Carolina foram pais de: 1 – Bernardina de Sousa Campos, nascida em Serra Negra segundo o assento de casamento, mas batizada em Amparo em 1835, e aqui casada em 1850 com Manoel Franco de Oliveira, natural de Mogi Mirim, filho de João Xavier de Oliveira e Maria Jacinta da Silveira; pais de: 1.1 – Ana Bernardina da Silveira, filha de Manuel Franco de Oliveira e  de Bernardina Franco da Cunha, casou no Amparo em … Continue...
Moreira de Godoy

Moreira de Godoy

MOREIRA DE GODOY   TRONCO I I –  José Moreira de Godoy e Esmeria Maria, casal de Serra Negra, teve: 1 – Tomé Moreira de Godoy, casado em Serra Negra em 1831 com Joana Maria de Godoy, moradores de Serra Negra, esta filha de Joaquim de Camargo Pimentel e de Maria Antônia de Godoy. Tomé e Joana Maria foram pais de: 1.1 – Jacinto, batizado no Amparo em 1835; 1.2 – Maria, batizada no Amparo em 1840; 1.3 – Gertrudes, batizada no Amparo em 1843, “porque a criança nasceu nesta freguesia”. Seus padrinhos foram José de Godoy Bueno e sua mulher Ana Gertrudes do Espírito Santo (BA-4:33) 2 – Rafael Pereira de Godoy, casou em Serra Negra em 1836 com Felicidade de Jesus, viúva de Antônio Cardoso de Moraes, este sepultado na Ressaca; 3 – Ricarda de Moraes de Jesus, … Continue...
Muniz Tavares

Muniz Tavares

MUNIZ TAVARES   TRONCO  I   I – Antônio Muniz Tavares, filho de Antônio Tavares e de Maria Muniz, foi casado em Bragança em 1809 com Ana de Oliveira Dorta, filha de João Pedro da Silva e de Ana de Oliveira, sobrinha do Capitão Roque de Oliveira Dorta, considerado fundador de Socorro. Antônio faleceu antes de 1833, ano em que Ana se casou em segundas núpcias com Plácido Alves de Oliveira. Esta Ana, mencionada por Silva Leme (Genealogia, 4:327) como Ana Francisca de Oliveira, também usava o nome de Ana Pereira de Oliveira, contribuindo ainda mais para aumentar as dificuldades de qualquer pesquisa genealógica. Pode parecer que, pela data do casamento, trata-se de pessoas diferentes, mas convém lembrar que as mulheres se casavam com 12 ou 13 anos de idade e, portanto, vinte anos depois ainda estavam em condições de … Continue...
Machado de Lacerda

Machado de Lacerda

MACHADO DE LACERDA   TRONCO   I – Lucas Machado de Lacerda, viúvo de Gertrudes Maria, casou no Amparo em 1860 com Maria Antônia da Silva, filha de Manuel Ribeiro da Silva e de Maria Antônia da Silva.     (CA-5:4v). Lucas havia tido de Maria da Cunha (provavelmente a mesma Maria Antônia): 1.1 – Vicência Maria da Cunha, que casou no Amparo em 1865 com Francisco Moreira Cardoso, de Bragança, filho de Joaquina Antônia de Jesus. Lucas Machado de Lacerda e Maria da Cunha, já eram falecidos em 1865. (CA-5:82)
Marti

Marti

MARTI   TRONCO   Amparo recebeu alguns imigrantes suiços já na década de 1860. Eram protestantes calvinistas pelo que não podiam, nem queriam, se casar na Igreja Católica. O governo imperial não sabia como resolver o problema e a solução demorava; um pastor foi autorizado a realizar casamentos na cidade de São Paulo, mas era anglicano. Finalmente os suiços de Amparo cansaram de esperar e passaram a comparecer a cartório para declarar que estavam “justos se casarem segundo o costume de sua Nação” e “se dão por casados”. Entre tais casamentos encontramos três relativos à familia Marti (alguns de seus membros adotaram o nome Martins): 1 – Henrique Chrispim e Zeferina Marti, protestantes, provavelmente suiços, compareceram a cartório em 18/10/1864 para “justos se casarem segundo o costume de sua Nação” e “se dão por casados” – Manuel Cândido Quirino Chaves … Continue...
Mendes

Mendes

MENDES   TRONCO I   I – José Bernardo Mendes foi casado com Senhorinha da Silveira Franco, (tudo indica que esta era filha de Mécia da Silveira Franco e de seu primeiro marido, e que fora casada com  José Bernardo Mendes em segundas núpcias, mas ainda não foi possível obter prova definitiva disso). Há fortes indícios de que José Bernardo era parente próximo de Francisco Xavier dos Passos, mas ainda não foi possível precisar qual o grau de parentesco. José Bernardo e Senhorinha foram pais de : 1 – Ana, batizada no Amparo em 1830; 2 – Gertrudes Maria da Silveira, casada em 1842 no Amparo com Inacio de Godoy Lima, natural de Campinas, filho de Manoel Antônio de Godoy e Joaquina Maria de Siqueira; 3 – Francisca Maria da Silveira, casada com Cândido da Silveira Franco, seu parente, filho … Continue...
Moraes

Moraes

MORAES        TRONCO  I   I-   Joaquim José de Moraes e Rosa Antônia Lopes (ou de Jesus), casal que morava em Juqueri, atual cidade de Franco da Rocha, mudou-se antes de 1829 para Amparo, onde lhes nasceu uma filha. Certamente é o mesmo casal José Joaquim de Moraes e Rosa Antônia de Jesus que batizou uma filha Gertrudes na Capela do Amparo em 16 de janeiro de 1824, sendo celebrante o padre Figueira (embora conste Pe. José Figueira, não temos dúvida de que se trata do Padre Francisco Figueira de Assunção). Esse batizado, por enquanto é o mais antigo ato religioso conhecido que se celebrou na nossa capela. Descobrimos alguns outros filhos: 1 – Anastácio José de Moraes, natural de Juqueri, casado em 1830 no Amparo com Policena Maria da Cunha, natural de Atibaia, filha de João Manuel … Continue...
Muniz

Muniz

MUNIZ   TRONCO I Francisco Manuel Muniz e Fabiana Maria de Jesus, moradores de Caçapava, foram pais de: 1 – Delfina Maria da Conceição, natural de Caçapava, que casou no Amparo em 1864 com Máximo Antônio de Oliveira, filho de Pedro Antônio de Oliveira e Francisca Maria de Jesus (CA-5:54).   TRONCO II Bernardino Rebelo Muniz e Maria de Barros, portugueses, foram pais de: 1 – Antônio Rebelo Muniz Guimarães, comerciante em Amparo, e empresário dos cinemas Variedades e João Caetano por mais de 12 anos, que foi vereador à Câmara Municipal nos primeiros anos da República, em 1892. Antônio Rebelo era português, casou em 1881 com Maria Marques Guimarães, filha de Manuel Pereira Marques e de Ana Emília da Conceição (CA-8:35 – Atas, 9:1v). Faleceu o capitão Antônio Rebelo Muniz Guimarães em 1921. Pais de: 1.1 – Antônio Muniz … Continue...