Alves do Amaral

Alves do Amaral

ALVES DO AMARAL   TRONCO  I   I-   A raiz desta família é o casal João de Siqueira Cardoso (atibaiense,  filho de João de Siqueira Alvarenga e Maria Cardoso) e Rosa Maria Félix (filha de Inácio Álvares do Amaral e Maria Franco da Cunha – SL, 1:347), consorciados em 1806. João de Siqueira Cardoso faleceu no  Amparo em 1842, aos 67 anos (OA-2:39). Foram  pais de:- 1 – José Joaquim de Camargo, casado (com Ana Jacinta de Oliveira?; deve ser o mesmo que casou em segundas núpcias com Beatriz do Espírito Santo, natural de Nazaré, filha de Manuel Soares de Siqueira e de Maria Gertrudes da Conceição (CA-3:4).  Foram pais de: 1.1 – Ana Franco de Jesus, casada em 1854 no Amparo com João Cardoso de Oliveira, filho de Francisco da Cunha Claro e de Ana Maria da Conceição. 1.2 … Continue...
Novo espaço histórico cultural em Brasília homenageia amparense “José Eduardo Pimentel de Godoy” | Novembro de 2018

Novo espaço histórico cultural em Brasília homenageia amparense “José Eduardo Pimentel de Godoy” | Novembro de 2018

Novo espaço histórico cultural em Brasília O Ministério da Fazenda em Brasília agora tem um novo espaço histórico cultural que, além de ter algumas de suas obras, recebeu o nome do ilustríssimo amparense – José Eduardo Pimentel de Godoy – uma homenagem linda e emocionante!   No último dia 8 de novembro, o amparense José Eduardo Pimentel de Godoy, por todos conhecido como “Siruga”, auditor-fiscal do Tesouro Nacional (aposentado), escritor e historiador, um dos “imortais” da Academia Amparense de Letras (AAL) e membro do Instituto Genealógico Brasileiro, foi homenageado pelo Ministério da Fazenda, em Brasília/DF, que conferiu seu nome a um novo espaço histórico-cultural – “Sala José Eduardo Pimentel de Godoy”. Justo reconhecimento àquele que já dirigiu o célebre museu da Casa dos Contos de Ouro Preto, além de haver sido o responsável pelo Projeto Memória da Receita Federal. José Eduardo já … Continue...
Alves Domingues

Alves Domingues

ALVES DOMINGUES   TRONCO   I –       Antônio Alves Domingues, viúvo de Esméria Maria de Jesus, casou em Mogi Mirim em 1824 com  Gertrudes Barbosa, viúva de Salvador Ribeiro Cardoso, sendo testemunhas desse enlace o Alferes Joaquim José Pires e Sargento Inácio Antônio de Sousa. (CM-1:57)Antônio Alves Domingues, vendeu por volta de 1818  terras no bairro Camanducaia a Domingos Alves Barroso   (AAC/Rol-1818)
Alves Dias de Godoy

Alves Dias de Godoy

ALVES DIAS DE GODOY   TRONCO I   I-         Policarpo Alves Dias de Godoy foi casado com Angélica Maria de Jesus. Esta, depois de viúva de Policarpo, casou no Amparo em 1859 com Joaquim Pires Barbosa, filho de Camilo Pires Barbosa e de Inês Cardoso, já falecida (CA-3:92). Policarpo Alves Dias de Godoy e Angélica Maria de Jesus tiveram: 1 – Felisbina Maria de Jesus, amparense, que casou no Amparo em 1870 com Pedro José de Moraes, de Santa Branca, filho de Manuel José de Moraes e de Maria Teodora de Almeida.  (CA-6:12)   TRONCO II   II –       Gabriel Alves Dias de Godoy e Antônia Cardoso, provavelmente parentes próximos do tronco anterior, tiveram: 1 – Paulo, batizado no Amparo em 1852, sendo padrinhos Manuel Martins Baião e sua mulher Maria Franco de Oliveira (BA-5:80).
Alves da Cunha

Alves da Cunha

ALVES DA CUNHA   TRONCO      I – Joaquim Alves da Cunha, (é o mesmo que Silva Leme, Genealogia, 1:348, chama de Joaquim José da Cunha, filho de Inácio Alvares do Amaral e de Maria Franco da Cunha, casado em 1808 em Atibaia) casou com Gertrudes Maria Cardoso (esta Gertrudes Maria, depois de viúva, casou-se com Francisco Xavier dos Passos), filha de João Domingues do Amaral e de Maria Cardoso. Gertrudes Maria Cardoso fez dois testamentos em 1856, um corrigindo enganos do anterior, no qual confirma a filiação do marido e a sua própria (1ºof.5:36 e 39v). Joaquim e Gertrudes foram pais de: 1 – Francisca Maria de Jesus, casada em 1834 com Estevão Xavier dos Passos, natural de Bragança, filho do Sargento Francisco Xavier dos Passos e de Clara Maria de Oliveira; 1.1 – João Luís de Melo, casado … Continue...
Alves da Cruz

Alves da Cruz

ALVES DA CRUZ   TRONCO   Quintiliano Alves da Cruz e Teodora Maria Barbosa, casal que residia em Amparo na metade do século XIX, teve: 1 – João, batizado em 1850, sendo padrinhos Joaquim de Godoy Oliveira e Escolástica Luísa da Conceição. (BA-5:31v) 2 – Maria, batizada no Amparo em 1852, sendo padrinhos Cândido de Godoy Bueno e Maria de Sousa (BA-5:85v), faleceu em 1854 (ADF, 12v)
Alves da Costa

Alves da Costa

ALVES DA COSTA   TRONCO   Gaspar Alves da Costa e Rita da Costa Vaz, moradores de Paranaguá, tiveram: 1 – Salvador Alves da Costa, natural de Paranaguá, que casou no Amparo em 21/2/1832 com Antônia Maria de Jesus, natural de Bragança, filha de Antônio José de Moraes e de Clara Domingues dos Passos (CA-1:16v). Antônia Maria faleceu em 27/12/1839, aos 32 anos de idade. Salvador, depois de viúvo, casou em 1843 no Amparo com Albina Francisca, viúva de Francisco Teles de Godoy. Salvador e Antônia, sua primeira mulher, tiveram: 1.1 – Joaquim, batizado no Amparo em 1834.
Alves Cordeiro

Alves Cordeiro

ALVES CORDEIRO   1 – Veja CORDEIRO – Tronco II
Alves Cardoso

Alves Cardoso

ALVES CARDOSO                          TRONCO I – A origem da família Álves Cardoso (ou Álvares Cardoso, como muitos dos seus membros preferiram) está no casal Antônio Álvares Cardoso, filho de Manuel Álvares Rodrigues, natural de S. Nicolau, Porto, Portugal, e de Ana da Ribeira Bueno, falecida em 1738, filha de Ana da Ribeira da Luz e do capitão Francisco Cubas de Mendonça (Silva Leme, 1:462). Entre outros filhos, Ana da Ribeira Bueno e Antônio Álvares Cardoso tiveram Inácio Álvares Cardoso, que se casou em Atibaia em 1750 com Maria de Godoy Moreira, filha de Baltasar de Godoy Moreira e Rosa da Rocha. Inácio Álvares Cardoso e Maria de Godoy Moreira, por sua vez, tiveram entre outros filhos Joaquim Alves Cardoso, que se casou em Atibaia em 1788 com Ana Francisca Bueno, filha de Joaquim Bueno de Azevedo e Méssia Ferreira de … Continue...
Alves de Campos

Alves de Campos

ALVES DE CAMPOS   TRONCO   I –  Joaquim Alves de Oliveira e Antônia Maria de Oliveira, casal que morou em Amparo e Mogi Mirim em meados do século XIX, cujos filhos adotaram o sobrenome Alves de Campos. É provável que Joaquim Alves de Oliveira fosse parente próximo de Tomás Alves de Oliveira, talvez seu irmão, mas deve ser distinguido do filho homônimo deste. Joaquim Alves de Oliveira, depois de viúvo de Antônia Maria de Oliveira, casou no Amparo em 1837 com Ana Joaquina Cardoso, viúva de João Francisco (CA-2:18). Ana Joaquina Cardoso ainda vivia em 1868, quando, junto com os demais herdeiros, vendeu o escravo Bento a Manuel Carlos de Sousa Aranha (1ºof.18:188). Joaquim e Antônia tiveram: 1 – Vicente Alves de Campos, natural de Mogi Mirim, casou no Amparo em 1853 com Maria de Oliveira Campos, sua parente … Continue...